FERNANDO LUIS VIEIRA FERREIRA

sábado, 1 de janeiro de 2011

RIBEIRO DO VAL - Valença e Pati do Alferes

DESCENDÊNCIA
Pais de Mariana Ribeiro do Val
Avós de Matheus Gomes do Val
Bisavós de Elisa Augusta Gomes do Val
Terceiros Avós de Fernando Luís Vieira Ferreira
Quartos Avós de Joaquim Vieira Ferreira Netto
Quintos Avós de José Bento Vieira Ferreira
Sextos Avós de Anamaria Nunes Vieira Ferreira

PEDRO GOMES RIBEIRO. 1º e único do nome. Patriarca da Família Ribeiro do Val. Batizado em 1750, em Portugal.

Casado, em 1775, em Portugal, (Family Search) com CATARINA DO VAL, natural do Vale do Tua, Mirandela, batizada em 1754, em Portugal (Marcelo Tito Ribeiro do Val)

Foram Pais de:

1. JOÃO RIBEIRO DO VAL. Fazendeiro. Nascido, em 1782, na Freguesia de Santana da Carnota, termo da Vila de Alenquer, Bispado de Lisboa, onde foi batizado. Falecido em 8 de Agosto de 1846, e sepultado na Matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Pati do Alferes, Vassouras.

João Ribeiro do Val
A família de seu tataraneto, meu tio-avô Moacyr Lemos do Val, já falecido,
possui um baú que pertenceu a João Ribeiro do Val, trazido de Portugal.
Cheguei a vê-lo quando meu tio-avô ainda era vivo, em Rezende, RJ.
Dentro há uma inscrição, que ele mandou gravar:
“João Ribeiro do Val,o homem mais feliz do mundo.Casou-se com Felicidade Perpétua e foi morar no Paraíso”

Sérgio Cominatto

Outro Nome:
João, anteriormente João Gomes Ribeiro, era filho de Pedro Gomes Ribeiro e de Catharina do Val Ribeiro, tendo sido batizado em 1782, na mesma freguesia onde nasceu de Sant'Anna da Carnota - Termo da Villa de Alenquer - Bispado de Lisboa, segundo consta no seu assento de casamento, que ocorreu no dia 16 de maio de 1823 - Livro de Casamento de 1819 à 1827, Freguesia do S.S.Sacramento desta Corte, no ano de 1823 aos 16 dias do mês de maio - as 18:00 horas folha 112v.

Sandra Cândido do Val

Veio para o Brasil, em 1816, com seu sobrinho Matheus Gomes do Val (V. Meus 4º Avós), procedente de Sant´Ana da Carnota, Vila de Alenquer. Os dois se instalaram em Valença e foram trabalhar para o Barão de Ubá, José Rodrigues Pereira de Almeida, também natural de Santana de Carnota:

(...) Com efeito, meu tio bisavô, João Ribeiro do Val, e seu sobrinho Matheus Gomes do Val, meu avô, o fundador dessa fazenda, começaram a vida, um como empregado no seu “comércio” e o outro como seu administrador, segundo outro trecho da carta de Matheus Ribeiro do Val, já citada: “Por morte do barão de Ubá, os interessados tomaram a direção das casas do Rio e Lisboa. Meu tio avô, João Ribeiro do Val assumiu a direção das fazendas e terras, que eram cêrca de 14 sesmarias. O barão deixara um filho único menor. Quando se libertou, tomou conta dos bens, ficando meu avô na fazenda de Ubá, pondo o nosso Matheus, no Casal. O filho deixado pelo barão de Ubá, de que fala a carta, era José Pereira de Almeida, e seu nome se lê num mapa corográfico da província, existente na mapoteca do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, junto ao das mencionadas fazendas. José Pereira de Almeida foi o padrinho de tia Elisa, irmã de meu pai e a primeira mulher de tio João Gomes, como também padrinho de tia Elisa Augusta, sua mãe. Em autos de um processo em que era interessado um neto do barão de Ubá, verifiquei que a mulher de José Pereira de Almeida se chamava Elisa, como as duas afilhadas do marido e dela também, provavelmente. Chamava-se Elisa Constança.”

Cachoeira e Porongaba
Desembargador Vieira Ferreira

Os Entrelaços:
Há fortes indícios do parentesco das famílias Gomes Ribeiro, Pereira de Almeida e Ribeiro de Avelar, todas oriundas de Santana de Carnota, Vila do Alenquer, do Patriarcado de Lisboa.

Além da coincidência de origem, há ainda as ligações familiares no Vale do Paraíba, onde as três famílias se estabeleceram. As ligações familiares se estabeleciam por vizinhança, emprego, e os inúmeros batizados e casamentos: Em tempo lembro que já em 1822, o João já morava de certa forma em Vassouras, na Fazenda de Ubá, onde era administrador dos Bens do Barão de Ubá, esse procedia também de Santa Anna da Carnota, acredito tenha ele algum laço de parentesco com os Ribeiro do Val. O nome da Catarina no assento de casamento aparece só como Ribeiro, mas em outros assentos aparece com o do Val, assim como o do João em alguns assentos aparece como Ávilla. O que gera algumas perguntas, e a necessidade de pesquisas mais profundas.

Sandra Cândido do Val

Casado, em 16 de Maio de 1833, com Dona Felicidade Perpétua Pires, nascida em 18 de Maio de 1806, na cidade do Rio de Janeiro, onde foi batizada em 7 de Junho do mesmo ano. Falecida em 14 de Agosto de 1876, sepultada no Cemitério do Cavaru, freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Pati do Alferes, Vassouras. Filha de Joaquim Pires Garcia de Almeida e de Dona Felicidade Perpétua Pires Lacé.

Pequena Biografia:
Dona Felicidade Perpétua ficou viúva em 1846, herdando a fazenda do marido, tornando-se fazendeira de Café, em propriedade com Engenho de Socar Café, na Freguesia de Santo Antonio da Encruzilhada, Paraíba do Sul, segundo o Almanak de 1857, Província, Página 204. Fazendeira com Engenho de Socar Café e Fazendeira de Café, na Freguesia de Santo Antonio da Encruzilhada, em Paraíba do Sul, em 1860, Página 255. Em 1877, Página 203, o Almanak Laemmert registra como Fazendeiros de Café, em Paraíba do Sul, os seus herdeiros.

Foram Pais de:

1.1 José Ribeiro do Val. Escrivão. Nascido em 12 de Junho de 1824, no Rio de Janeiro, onde foi batizado sendo padrinho José Rodrigues Pereira de Almeida, Barão de Ubá. Falecido em 18 de Junho de 1866. Sepultado no Cemitério da Encruzilhada, Freguesia de Santo Antonio, Paraíba do Sul. Escrivão do Juízo de Paz e Sub-Delegacia. Fiscal da Freguesia de Santo Antonio da Encruzilhada (Almanak de 1857, à Página 138). Escrivão do Vigário da Vara da Freguesia de Santo Antonio da Encruzilhada (Almanak, 1860, à Página 253). Secretário da Irmandade Santo Antonio. E à Página 255, é citado como proprietário de uma padaria (Almanak 1860, À Página 254) Casado, em 16 de Maio de 1844, com Dona Guilhermina Luzia dos Santos, filha de João Barbosa dos Santos e de Dona Luiza Inácia da Conceição (de Avellar), nascida em 27 de Outubro de 1826, na Fazenda do pai, em Pati do Alferes e falecida em 30 de Outubro de 1852. Neta materna de Luis Gomes Ribeiro e de Dona Joaquina Matilde de Assunção. Com Geração.

1.2 Ildefonso Ribeiro do Val. Nascido em 28 de Abril de 1826, no Rio de Janeiro, onde foi batizado, padrinho Ildefonso de Oliveira Caldeira Brant, o Visconde de Gericinó. Faleceu em 5 de Setembro de 1827 e foi sepultado no Rio de Janeiro.

1.3 Joaquim Ribeiro do Val. Fazendeiro na Freguesia de Santa Teresa, em Valença. Nascido em 6 de Dezembro de 1829, na Fazenda de Ubá, em Pati do Alferes. Foram Padrinhos seus avós maternos. Falecido em 30 de Abril de 1905, no Rio de Janeiro. Está sepultado no Cemitério do Cavarú.

Retrato por seu Primo:
Acatado por todos por sua competência e probidade, Joaquim Ribeiro do Val foi o organizador do município criado logo depois de se proclamar a República. Nasceu na opulência e morreu na pobreza, mas desempenhando com galhardia e dignidade modesta função pública. Estudara humanidades com o Padre Mestre, sendo aprazível o trato com a sua amável espiritualidade. Seus descendentes os “Ribeiro do Val”, de São Paulo, para onde foi a maior parte de seus quatorze filhos.

Cachoeira e Porongaba
Fernando Luis Vieira Ferreira

Retrato por seu Bisneto:
... Desde que meu bisavô, Joaquim Ribeiro do Val, era estudante no Rio de Janeiro. Datam de 1849, suas primeiras poesias, inspiradas no romantismo vigente. Ainda pude ler, em 1941, um caderno de poesias suas, em autógrafo, algumas delas de valor inconteste.

Jornal O Centenário, No. Único, 17 de março de 1999.
Waldir Ribeiro do Val

Proprietário da Fazenda Porongaba. Sub Delegado do 4º Substituto, em Valença, na Freguesia de Santa Thereza. Secretário da Câmara de Santa Tereza de Valença, hoje Rio das Flores. Coletor nomeado em 9 de março de 1902, de Santa Teresa de Valença, considerada de 4ª Classe, pelo Decreto n. 5.889, de 1940. Juiz de Paz.

Casado, em 30 de Outubro de 1852, com Dona Carlota Leopoldina Gomes do Val, filha do seu primo-irmão Matheus Gomes do Val, (V. Meus 4ºAvós) sendo testemunhas seu avô Joaquim Pires Garcia de Almeida e seu cunhado Dr. José Estanislau Soares de Meirelles, no Oratório da Fazenda São João Baptista, em Valença, em cerimônia celebrada pelo Padre Sabino Ferreira da Rocha. Com Geração.

1.4 Cláudio Ribeiro do Val. Nascido em 21 de Abril de 1832, na Fazenda de Ubá, em Pati de Alferes, onde foi batizado pelo Major Cláudio Gomes Ribeiro de Avellar, Barão de Guaribu. Falecido em 17 de Setembro de 1841, no Rio de Janeiro, onde foi sepultado.

1.5 José Ribeiro do Val. Médico e Tenente. Nascido em 5 de Abril de 1833, na Fazenda de Ubá. Batizado na mesma fazenda sendo padrinho José Francisco de Amorim. Falecido em 29 de Julho de 1894, ao meio dia, na Vila de Santa Theresa. Foi sepultado no dia 30, no Cemitério da Irmandade da S.S. na mesma Freguesia. Diplomado pela Faculdade de Medicina da Bahia, em 1860. Tese: “Aborto. Queimaduras. Herança.”, catalogado com o número 108, que descobri. Cargos Públicos: Nomeação para Juiz Municipal e Órfãos de Petrópolis registrada na Ata da 5ª sessão da Câmara Municipal, aos 18 de abril de 1863, sob a Presidência interina do Tenente Coronel João Batista da Silva (V. História, Atas da Câmara Municipal de Petrópolis) Era eleitor em Petrópolis, em 1870 (Almanak, Província, 1870, Página 330) Vida Militar: Tenente Cirurgião do Estado Maior, do 38º Batalhão de Infantaria do Serviço Ativo da Província, em Petrópolis (Almanak, Província, 1873, Página 75) Casado, em 1ª Núpcias, em 30 de Junho de 1855, na Província da Bahia, com Dona Virgínia Ermínia de Araújo, nascida em 26 de Agosto de 1837, na Bahia e falecida em 18 de Fevereiro de 1871. Com Geração. Casado, em 2ª Núpcias, em 5 de Dezembro de 1874, na Fazenda do Paraíso, Freguesia de Santo Antonio de Paraíba do Sul, com Dona Alexandrina Baptista de Oliveira, filha de Antonio Baptista de Oliveira, nascida em 9 de Junho de 1857 e falecida em 24 e Abril de 1883. Com Geração.

1.6 Carlota Emília Ribeiro do Val. Nascida em 15 de Abril de 1831, na Fazenda de Ubá. Batizada no mesmo dia sendo padrinhos Virissímo Mendes Vianna e Dona Carlota Joaquina Pires Maciel. Falecida em 22 de Dezembro de 1898. Casada, em 1ª Núpcias, em 6 de Junho de 1846, com José de Calazans Roriz de Andrade, nascido em 27 de Agosto de 1814 e falecido em 22 de Julho de 1877. Com Geração. Casada, em 2ª Núpcias, em 9 de Novembro de 1878, com seu cunhado Manuel Hilário Pires Ferrão, viúvo de sua irmã Carolina Arabella Ribeiro do Val (V. § 2.10), filho de José Pires Garcia e de sua 2ª esposa, Dona Rita Maria de Proença, nascido em 13 de Janeiro de 1829 e falecido em 29 de Setembro de 1885. Com Geração.

1.7 Felisbela Ribeiro do Val. Nascida em 9 de Abril de 1834, na Fazenda de Ubá. Batizada na mesma fazenda sendo padrinhos Manuel José da Silva Maciel e Dona Carlota Joaquina Pires Maciel. Falecida em 5 de Junho de 1862. Sepultada no Cemitério de Santa Thereza, Termo de Valença. Casada, em 2 de Fevereiro de 1851, com o Juiz de Direito Dr. José Estanislau Soares de Meirelles, nascido em 7 de Maio de 1821, filho do Padre João Baptista Soares de Meirelles e de Dona Joanna Leonísia de França Lira. (V. Meus 5ºAvós, Família Soares de Meirelles). Com Geração.

1.8 Josephina Amália Ribeiro do Val. Nascida em 15 de Outubro de 1835 na Fazenda de Ubá. Batizada na mesma fazenda sendo padrinho José Antonio Gonçalves de Amorim. Falecida em 25 de Abril de 1855, no Rio de Janeiro, onde foi sepultada. Casada, em 26 de Novembro de 1852, com Antonio Francisco Bandeira, nascido em 1827, em Lisboa que, ao enviuvar, casou-se de novo. Com Geração.

1.9 Manuel Ribeiro do Val. Nascido em 19 de Setembro de 1836, na Fazenda de Ubá. Batizado na mesma fazenda sendo padrinho Dr. Joaquim Pires Garcia de Almeida. Rico Fazendeiro de Café do Vale do Paraíba. Vereador da Câmara Municipal de Paraíba do Sul em 1873. Obra: Escreveu texto sobre os prejuízos do plantio de café ao meio ambiente, no final do século XIX. Pioneirismo: No Congresso Agrícola convocado em 1878 pelo ministro da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, João Lins de Cansansão de Sinimbu, ouviu-se a voz dissonante de Manoel Ribeiro do Val, lavrador em Paraíba do Sul, troar sobre o caráter dilapidador da agricultura brasileira e sobre a necessidade de proteger as florestas. Nenhum dos presentes lhe deu a menor atenção, pois os interesses deles eram pragmáticos e imediatistas, como de resto se observa ainda hoje (Vozes esquecidas: a defesa do meio ambiente - no Brasil dos Séculos XVIII e XIX - Arthur Soffiati) Há um fato ilustrativo. Em 1878 reuniu-se um congresso de fazendeiros para discutir a crise da agricultura. Evitou-se falar do desperdício ecológico e da falta de mão-de-obra qualificada. Apenas se pediu ao governo brasileiro capital e braços (da imigração), para enfrentar a crise do escravismo. O fazendeiro Manoel Ribeiro Do Val afirmou que o declínio do ciclo cafeeiro tinha origem na degradação ambiental do Vale do Paraíba. Ele dizia que, se o governo não mudasse o sistema produtivo, aconteceria uma destruição ainda maior das florestas. O curioso é que esse tipo de crítica ainda se aplica a vários setores da economia brasileira (Historiador José Augusto Pádua, Revista Época - Rogério Daflon, do Rio) Diante deste contexto, torna-se ainda mais surpreendente o discurso proferido no congresso por Manoel Ribeiro do Val, apresentado como sendo um lavrador de Paraíba do Sul. O discurso não apenas centrou-se nas questões produtivas como também, no que serve para introduzir o tema do presente artigo, priorizou dentro das mesmas a problemática ecológica. Segundo Val, destoando abertamente dos outros participantes, era um “erro grave e imenso supor-se que a deficiência da nossa produção é proveniente unicamente da falta de braços e capitais. Só quem não pensa e estuda, só quem não acompanha e examina atentamente e de perto o nosso sistema de explorar o terreno sem arte e ciência, e a marcha que a lavoura tem seguido, e as revoluções meteorológicas e mudanças climatéricas por que tem passado o Brasil neste último quarto de século, é que pode avançar em absoluto uma semelhante proposição”. ("Cultura esgotadora": Agricultura e destruição ambiental nas últimas décadas do Brasil Império - José Augusto Pádua - Citação em Tese - VI Maestría en Conservación y Gestión del Medio Natural (2003)) A Viagem com Santos Dumont: Foi para a Europa com Santos Dumont, com quem dividia residência (Sandra Cândido do Val) Globo Rural: Foi tema de um belo documentário sobre Ecologia dirigido por João Moreira Salles. Casado, em 1ª Núpcias, na Europa só regressando muitos anos depois, com Dona Josephina Clas, nascida em 26 de Agosto de 1845, na Bélgica e falecida em 22 de Julho de 1868, na Fazenda Paraíso, tendo sido sepultada no Cemitério de Santo Antonio de Paraíba do Sul. Com Geração. Casado, em 2ª Núpcias, com sua sobrinha, Dona Josephina Bandeira do Val (§ 8 retro), filha de Antonio Francisco Bandeira e Dona Josephina Amália Ribeiro do Val. Com Geração.

1.10 Carolina Arabela Ribeiro do Val. Nascida em 12 de Outubro de 1837, na Fazenda de Ubá. Batizada na mesma fazenda sendo padrinhos João Pires Garcia de Almeida e Dona Felicidade Perpétua Pires Lacé. Falecida em 28 de Setembro de 1877, no Rio de Janeiro. Está sepultada no Cemitério de São João Baptista. Casada, em 27 de Novembro de 1852, com Manoel Hilário Pires Ferrão, filho de José Pires Garcia e de Dona Rita Maria de Proença, nascido em 13 de Janeiro de 1829 e falecido em 29 de Setembro de 1885 que, ao enviuvar casou com sua cunhada Dona Carlota Emília Ribeiro do Val (V. § 2.6 retro) Com Geração.

1.11 Rosalinda Amália Ribeiro do Val. Nascida em 17 de Fevereiro de 1840, na Fazenda de Ubá. Batizada na mesma fazenda sendo padrinho José Pereira de Almeida, filho do Barão de Ubá. Falecida em 9 de Outubro de 1898. Casada, em 13 de Julho de 1854, com o Capitão Tenente da Armada Antonio Mariano de Azevedo, Fundador da cidade de Itapura, em São Paulo, em 1858. Foi incumbido de promover a ligação entre as tropas da fronteira do Paraguai com o Império. Nomeado em 1º de Julho de 1858, Diretor da Colônia de Itapura, 1º comandante do destacamento. Era filho do Tenente da Armada, Antonio Mariano de Azevedo e de Dona Júlia da Costa, nascido no dia 30 de Junho de 1827 e falecido no dia 20 de Dezembro de 1884. Com Geração.
1.12 Elisa Constança Ribeiro do Val. Nascida em 2 de Agosto de 1843, na Fazenda de Ubá. Batizada na mesma fazenda sendo padrinhos o Major Cláudio Gomes Ribeiro de Avellar, Barão de Guaribu, Dona Elisa Constança de Almeida. Falecida em 17 de Novembro de 1870. Sepultada no Cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro. Casada, no dia 21 de Julho de 1866 com seu primo Dr. João Gomes do Val, filho de Matheus Gomes do Val e de Dona Theresa de Jesus Maria Soares de Meirelles (V. Meus 4º Avós) que, depois de viúvo, casou-se de novo na Família Monteiro de Barros. Sem Geração.

1.13 Pedro Ribeiro do Val. Nascido em 12 de Setembro de 1844, na Fazenda Paraíso. Batizado na mesma fazenda sendo padrinho seu irmão João Ribeiro do Val. Falecido em 30 de Maio de 1863, em Bruxelas, Bélgica, onde foi sepultado. Segundo seu sobrinho neto, Fernando Luis Vieira Ferreira, a causa da morte foi nostalgia.
2. MARIANA RIBEIRO DO VAL casada com JOSÉ GOMES DA SILVA, Patriarcas da Família Gomes do Val.

Fontes
Cachoeira e Porongaba
Fernando Luis Vieira Ferreira

Diário de Joaquim Ribeiro do Val
Jornal O Centenário
Waldir Ribeiro do Val

Informações Familiares
Marcelo Tito Ribeiro do Val
Sandra Cândido do Val
Saulo Ribeiro do Val
Sérgio Cominatto
Waldir Ribeiro do Val

Pesquisa:
Anamaria Nunes

Colaboração:
Ana Carolina Nunes
Guilherme Serra Alves Pereira

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